JUSTA HOMENAGEM AO NOSSO "SER HÍBRIDO"

SANTOS OLIVEIRA



 

Amigos de 68,
 

Há anos venho fazendo reportagens sobre situações das mais diversas: reuniões mensais de Turma; acontecimentos como churrascos de confraternização, passagens de comando, comemorações de aniversário de membros da Turma, casamentos de filhos de amigos de Turma, almoços de encerramento de ano, solenidades na ALERJ, encontros quinquenais em Barbacena – os já tradicionais ENACS -, Goró-Açus, Gorosópolis, enfim, foram e continuam sendo tantos os eventos que fica difícil lembrar e externar, neste espaço, tudo o que tenho vivenciado. Venho fazendo isso faz tempo, mas nunca em benefício próprio; pelo contrário, sempre em prol do bem de todos da Turma. E, confesso, tem sido interessante, prazeroso e fácil de fazer. Mas quando se trata de falar de mim mesmo, sinto-me no mínimo desconfortável, já que soa como vaidade. Contudo, não vou, não posso e nem devo me privar disso, num momento tão significante na minha vida...
 

No dia 21 de julho de 2014, enchi-me de orgulho ao receber uma Comenda – a “Medalha Mérito Santos Dumont”. E orgulhei-me não somente pela medalha, que por si só já enobrece quem quer que a receba, mas pelo o quê ela significa para mim: o reconhecimento, por parte dos amigos, do meu esforço em manter informados os membros da Turma e mesmo quem a ela não pertença, sobre os fatos que rolam tanto no âmbito da “Nação 68”, quanto no da nossa querida Força Aérea; o reconhecimento do meu esforço em manter cada vez mais forte os elos que vêm nos mantendo unidos ao longo de mais de quatro décadas; o reconhecimento do meu esforço em manter acesa entre nós a chama da alegria, da cordialidade, da solidariedade, do respeito mútuo e da amizade. Isso, não tem preço.
 

Assim, agradeço a todos vocês que nos idos anos 60 me acolheram nessa Turma maravilhosa, assim como agradeço a quem me indicou para tamanha honraria – Obrigado, Tenente Brigadeiro do Ar Ricardo Machado Vieira; obrigado Comendador Temístocles (tenho certeza que tudo isso teve o seu “dedo”!); obrigado Cel Av Moris por intermediar; obrigado a quem quer que seja que esteja por trás desse acontecimento e de quem eu nem desconfie... ; obrigado, enfim, aos que se dispuseram a ir à BASC para me dar um abraço, pessoalmente. Recebam, pois, a minha eterna gratidão e o meu compromisso de continuar na missão de informar os que estão perto ou longe; de tentar reaproximar os desgarrados; de lutar no intuito de procurar manter SEMPRE JUNTOS os que fazem parte desta imensa “Família EPCAR 68”.
 

Com os meus respeitos, carinho e reconhecimento,
 

Recebam o meu fraterno abraço.
 

Santos Oliveira
 

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